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| © Amstel Gold Race |
18 de abril de 2021
Pidcock afirma-se ao lado de um Van Aert a vencer por milímetros
9 de abril de 2021
Qual a melhor camisola para a Jumbo-Visma no Tour? Pode votar
A opção por mudar a camisola durante o Tour não tem tanto a ver com marketing, mas mais para evitar que a camisola amarela da liderança da corrida se confunda com a da equipa.
No ano passado, Primoz Roglic vestiu a amarela durante metade da prova, até ao dramático e inesquecível contra-relógio que levou Tadej Pogacar (UAE Team Emirates) a surpreender e conquistar a Volta a França.
O objectivo da Jumbo-Visma é exactamente o mesmo. Colocar Roglic de amarelo, mas à partida, em Brest, será em tons mais escuros que toda a equipa irá apresentar-se. A votação começou no dia 7 e o modelo Rapid Rebel está em vantagem (modelo do meio na fotografia), segundo os resultados que a equipa vai mostrando na sua conta de Twitter. Há ainda a Black Bee (esquerda) e Transition (direita).
Qual é a sua preferida? Para votar basta ir ao site da Jumbo-Visma (aqui fica o link) até ao dia 15 (quinta-feira). Na sexta será anunciada a camisola preferida dos adeptos, sendo que até 28 de Abril será possível comprar a edição especial.
No que diz respeito a equipas que, para evitar que as suas camisolas tirassem destaque à amarela do líder da corrida, mudaram os equipamentos no Tour, temos exemplos de formações bem conhecidas da história do ciclismo. ONCE de Alex Zülle e Joseba Beloki, Mercatone Uno de Marco Pantani e, recuando um pouco mais no tempo, a KAS.
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31 de janeiro de 2021
Primeiro grande duelo de 2021 ganho por Van der Poel
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| © UCI Cyclo-cross |
A Volta a Flandres, na época passada, como que marcou o inicio na estrada desta já popular rivalidade no ciclocrosse. Van der Poel bateu ao sprint o belga. Em Ostende, precisamente na região da Flandres, foi Van Aert quem chegou a parecer estar bem encaminhado para o seu quarto título mundial. Começou a ganhar vantagem e uma queda de Van der Poel fez com que Van Aert ganhasse maior conforto na frente. Porém, no ciclismo tudo pode mudar num instante e assim foi.
Um furo alterou o rumo da corrida. Van der Poel não só recuperou, como acabaria por deixar para trás Van Aert, que admitiu que psicologicamente acabou por ficar afectado com a situação. Na Flandres, voltou a ver-se numa amarga segunda posição, atrás do rival. Mas 2021 está só a começar.
Strade Bianche, Milano-Sanremo - monumento ganho por Van Aert em 2020 -, Volta a Flandres e um muito aguardado Paris-Roubaix, que no ano passado não se realizou devido à pandemia, estão no calendário de ambos. As clássicas apresentam-se antes de um encontro na Volta a França, onde Van der Poel fará a sua estreia em grandes voltas. Recorde-se que a Alpecin-Fenix foi a melhor equipa do ranking entre as ProTeam, pelo que tem acesso directo a todas as principais provas mundiais, sem ter de esperar por convites.
Van Aert demonstra ser alguém que sabe perder. Elogiou Van der Poel, considerando que acabou por ser um justo vencedor. Sobre a sua prova afirmou ao Sporza: "Em certa altura estava numa situação favorável, mas pedalar com um furo fez-me perder muito tempo. E não ficou logo furado, foi um furo lento. Mas perdi meio minuto ali. Eventualmente aproximei-me do Mathieu, mas depois explodi... Estava na situação que queria, mas o furo deu cabo das minhas hipóteses."
Van Aert considera que fez duas boas primeiras voltas (foram oito no total) e que estava forte. Depois furou. "Tudo tem de correr bem. Algo quebrou mentalmente em mim e estou particularmente desiludido com isso", realçou.
Van der Poel não escondeu que o furo foi uma ajuda para recuperar e reentrar na discussão do título mundial, que conquistou com 38 segundos de vantagem, com o belga Toon Aerts a fechar o pódio, a 1:24 minutos do vencedor, pelo terceiro ano consecutivo.
"O percurso mudou e eu fiquei um pouco mais rápido na secção da praia e senti-me um pouco melhor. Senti que as estava com melhores pernas e melhorei a cada volta a correr sobre a areia. Por isso, o sentimento positivo estava a crescer de volta para volta e isso fez a diferença hoje", explicou.
Van der Poel selou a exibição perfeita da selecção holandesa em Ostende, que conquistou todos os títulos em disputa (devido à pandemia não se realizaram as provas de juniores). Lucinda Brand venceu em elite feminina - com o pódio a ser 100% dos Países Baixos (Annemarie Worst e Denise Betsema) - e em sub-23 Fem van Empel foi a campeã, à frente da compatriota Aniek van Alphen. O terceiro ficou para a húngara Blanka vas Kata.
Nos sub-23 masculinos, foi mais um atleta vestido de laranja a ganhar: Pim Ronhaar. Em segundo ficou outro holandês, Ryan Kamp, e o belga Timo Kielich fechou o pódio.
21 de janeiro de 2021
Jumbo-Visma segura Wout Van Aert
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| © Jumbo-Visma |
Em apenas dois anos com a Jumbo-Visma, Van Aert venceu três etapas no Tour, a Strade Bianche, já tem um monumento (Milano-Sanremo)... E além das vitórias, as suas grandes exibições estendem-se a ser um gregário de luxo para Primoz Roglic na Volta a França. Aos 26 anos, a sua passagem do ciclocrosse (que não abandona) para a estrada só não foi perfeita porque, em 2019, sofreu uma grave queda no Tour, que não só o obrigou a uma longa e difícil recuperação, como ainda levantou a questão se conseguiria regressar ao seu melhor. Conseguiu e muito melhor!
"Queria mesmo prolongar [o contrato] porque tornei-me muito melhor nesta equipa. Acho que todos viram que dei enormes passos em frente como ciclista em anos recentes. Estive sempre em forma quando precisava. Devo muito à equipa por poder trabalhar em prol dos meus objectivos", afirmou Van Aert, que vê o seu contrato ser renovado por três anos.
O ciclista admitiu que a decisão de assinar o novo vínculo foi tomada muito rapidamente, apesar de terem sido analisados alguns pormenores. No entanto, realçou que nunca duvidou que se chegaria a um acordo.
"Sinto-me muito bem aqui", assegurou, salientando que nunca conversou com outra formação, pois afinal está naquela que diz se ter tornado na melhor do mundo. "Era o melhor para mim ficar. Estou feliz que isto [contrato assinado] esteja feito", afirmou.
A Ineos Grenadiers era apontada como uma das interessadas em Van Aert, na perspectiva de construir um grupo que pudesse discutir as clássicas - principalmente as do pavé -, com o belga como líder, claro.
Richard Plugge, director da Jumbo-Visma, não escondeu como era importante manter Wout van Aert no plantel. "O Wout é um dos grandes nomes, uma das grandes estrelas do ciclismo", disse o responsável, que frisou como a equipa ajudou o belga a desenvolver-se como atleta. Referiu ainda que acertar pormenores demorou o seu tempo, mas: "Estou muito feliz por termos conseguido ficar com ele."
Van Aert terá como primeiro objectivo desta temporada as clássicas, seguindo-se a Volta a França, como aliás é habitual. A Volta a Flandres e o Paris-Roubaix estarão entre as principais provas que quererá ganhar. A primeira perdeu ao sprint para o rival Mathieu van der Poel em 2020, sendo que o monumento de Roubaix não se realizou devido à pandemia.
Para já, está actualmente em estágio com a equipa, mas ainda irá regressar ao ciclocrosse, até porque no final do mês haverá Mundiais da vertente.
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18 de dezembro de 2020
Quem quer a bicicleta de Roglic da Vuelta? Ou a de Van Aert da Milano-Sanremo?
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| © PhotoGomezSport/La Vuelta |
A Jumbo-Visma iniciou um leilão para os mais ávidos coleccionadores ou para "continue the ride" (continuar a pedalar), como diz o slogan adoptado. Que tal uma das bicicletas com que Primoz Roglic venceu a Volta a Espanha (com direito à fita do guiador em vermelho)? Ou então a que Wout van Aert conquistou o seu primeiro monumento, Milano-Sanremo? Ou se alguém gostar mais de uma de contra-relógio de Tom Dumoulin, também há, assim como as máquinas de outros ciclistas, como Steven Kruijswijk, Sepp Kuss, Tony Martin e Robert Gesink, por exemplo.
É uma fantástica oportunidade para se ter bicicletas de grandes ciclistas, mas claro que é melhor preparar para abrir os cordões à bolsa. O leilão arrancou esta sexta-feira e dura até 27 de Dezembro. Para já, a que tem o valor mais alto é precisamente a de Van Aert, que ultrapassa os oito mil euros, no momento em que se escreve este texto.
O leilão está a decorrer no site Catawiki e se carregar aqui, pode ver ao pormenor as 28 bicicletas que a Jumbo-Visma quer tentar dar uma nova vida, ou enviar para um museu pessoal de um admirador.
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19 de outubro de 2020
Van der Poel vs Van Aert, o primeiro capítulo (na estrada)
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| © Team Jumbo-Visma |
Com o calendário em tempo de pandemia a forçar que grandes provas coincidam, o que mais desiludiu na Volta a Flandres foi não ser possível assistir a toda, como este monumento merece, com ou sem estes dois excelentes ciclistas. Mas foi possível ver a parte mais importante, pelo que não ficou tudo perdido.
Os 243,3 quilómetros do último monumento do ano - não haverá Paris-Roubaix - ficaram marcados pela ausência de público nas principais subidas. Desolador! Apenas se pôde imaginar como seria uma autêntica loucura quando os adeptos vissem os dois rivais sozinhos na frente.
A corrida também ficou marcada pelo choque de Julian Alaphilippe contra uma moto da organização, que o tirou da prova e terminou com a sua temporada da pior forma. Dois dedos partidos na mão direita, foi o resultado da aparatosa queda na sua estreia na corrida. A moto estava a reduzir a velocidade para deixar passar o trio da frente. Van Aert e Van der Poel desviaram-se, Alaphilippe viu tarde de mais o obstáculo. Resta ao campeão do mundo ter ficado a saber que também se adapta aos muros em empedrado da Flandres.
Porém, quis o destino que Van der Poel (Alpecin-Fenix) e Van Aert (Jumbo-Visma) tivessem o seu primeiro grande frente-a-frente no palco em que ambos mais queriam brilhar. Um holandês e um belga. A Flandres tem algo de especial para os dois.
Van Aert já tem um 2020 para recordar, com seis vitórias, que incluem o seu primeiro monumento: a Milano-Sanremo. Van der Poel também lá esteve, mas não conseguiu estar na luta final. O holandês andou mais discreto este ano, mas foi mostrando durante Setembro que a sua forma estava a melhorar. Quatro vitórias em 2020 e num Fevereiro que parece tão longínquo, não se esquecerá como esteve na Volta ao Algarve, ainda que tenha vindo para preparar a época e não tentar vitórias.
Para Van der Poel, muito da temporada (mesmo quase tudo), jogava-se na Flandres. Van Aert "apenas" queria reforçar o excelente 2020. Sem Alaphilippe - foi o francês que lançou o ataque que acabaria por formar o trio na frente -, os dois rivais tiveram de colaborar para garantir que mais ninguém se intrometeria entre eles.
Até aquela fase da corrida, a expectativa era enorme. O ambiente estava bem quentinho. Não na meteorologia, mas na troca de palavras entre ambos, que faz prever que só se está mesmo no início de uma rivalidade intensa, mais do que no ciclocrosse, até pelo peso que a estrada tem no mundo do ciclismo.
Desde a Gent-Wevelgem que "as coisas aqueceram" muito. Van Aert até ganhou... na luta pelo oitavo lugar. Contudo, era ali, na Flandres que mais se queria a maior das vitórias! Aquele último quilómetro foi de grande tensão. Van der Poel à frente, sempre a olhar para um Van Aert atento a um possível ataque do rival.
E foi mesmo o holandês que lançou o sprint. Terminou assim (ver fotografia em baixo).
Van der Poel não escondeu a emoção. Tal como aconteceu na Amstel Gold Race, no ano passado, venceu uma corrida que também o pai, Adrie van der Poel, havia conseguido, em 1986. Mas a Flandres é um monumento. Mathieu começa a colocar o seu lugar na história das principais provas do ciclismo mundial.
Van Aert, mais do que desiludido, era um homem chateado. Percebe-se. É sempre mais difícil perder para um rival, tendo em conta o passado entre ambos. Mas, há algo muito importante numa rivalidade: respeito. Mal cortou a meta, Van Aert cumprimentou o seu adversário e ambos repetiram o gesto no pódio.
Agora que venha 2021, com as corridas no seu calendário normal. As clássicas, principalmente as do pavé, vão ser quentinhas, quentinhas!
Aqui fica o sprint da Volta a Flandres, para ver e rever. E neste link pode ver as classificações completas, via ProCyclingStats.
Can't stop watching this sprint. #RVV20 pic.twitter.com/F8BhF3SUoe
— Cyclocross24.com (@cyclocross24) October 18, 2020
9 de setembro de 2020
A arte de um espectacular sprint
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| © ASO/Alex Broadway |
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| © ASO |
🇦🇺@CalebEwan of 🇧🇪@Lotto_Soudal wins stage 11 of 🇫🇷@LeTour #TDF2020 (📺@sporza_koers) pic.twitter.com/y7ycEoekri— World Cycling Stats (@wcsbike) September 9, 2020
Contudo, tendo em conta a dificuldade que espera a todos na sexta-feira, esta tirada poderá ser uma boa oportunidade para aqueles que procuram vitórias em etapas e que já perderam tempo suficiente para não serem perseguidos pelas equipas dos candidatos.
4 de setembro de 2020
Bora-Hansgrohe e Ineos Grenadiers em trabalho de alta velocidade. Mas no final ganhou a Jumbo-Visma
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| © BettiniPhoto/Bora-Hansgrohe |
Mikel Landa (Bahrain-McLaren) continua a escrever a sua habitual história. Arranja sempre maneira de perder tempo na primeira semana. Tadej Pogacar (UAE Team Emirates) teve azar. Furou pouco antes da Ineos Grenadiers iniciar a aceleração e acabou por ceder a liderança da juventude a Egan Bernal. Richie Porte é outro que não se dá bem com abanicos, com o companheiro da Trek-Segafredo, Bauke Mollema também a ficar para trás.
Tal é a discrição, que quase dá para esquecer que o camisola amarela é Adam Yates. Com outras equipas a assumirem as rédeas das etapas, a Mitchelton-Scott "só" teve nestes últimos dois dias de se preocupar em proteger Yates. O que não foi nada fácil hoje, mas o britânico sobreviveu a uma etapa louca, emotiva e muito interessante a nível táctico.
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| © ASO/Alex Broadway |
Classificações completas, via ProCyclingStats.
»»Ineos Grenadiers mostrou-se. Jumbo-Visma esteve atenta mas sem razões para se preocupar««
»»Alaphilippe perdeu a camisola amarela (afinal aconteceu algo na quinta etapa)««
23 de agosto de 2020
Van der Poel em destaque num fim-de-semana de Nacionais
»»Rui Costa regressou para ser campeão nacional««
»»Ivo Oliveira conquista primeiro título de elite. Guilherme Mota afirma-se no contra-relógio««
8 de agosto de 2020
Jumbo-Visma em dia de vitórias. Van Aert já tem o seu monumento
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Van Aert venceu na Milano-Sanremo, uma semana depois ganhar a Strade Bianche
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🇧🇪@WoutvanAert of 🇳🇱@JumboVismaRoad wins 🇮🇹@Milano_Sanremo #MilanoSanremo (📺@VTM) pic.twitter.com/YLrxoJAPjD— World Cycling Stats (@wcsbike) August 8, 2020
3 de agosto de 2020
Van Aert no seu domínio
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| © Team Jumbo-Visma |















